O Ministério da Agricultura do Japão anunciou sábado, 7 de abril, que desenvolverá um novo tipo de arroz resistente ao calor e à falta de água, em antecipação a períodos de escassez ocasionados pelo aquecimento global.
A medida faz parte de um estudo que prevê quedas na produção de arroz e perdas de florestas se os níveis de dióxido de carbono na atmosfera duplicarem e aumentar o nível de mercúrio, segundo a agência Kyodo.
Regiões no centro e no oeste do Japão perderão até 40% de seus cultivos de arroz devido ao aquecimento global, mas algumas das zonas setentrionais verão aumentar suas colheitas do grão, diz o estudo.
O aumento da temperatura deslocará as zonas aptas para o cultivo de frutas para o norte do arquipélago japonês, enquanto, nas atuais regiões produtoras, as frutas sofrerão deterioração ou descoloração.
Segundo a informação, no final deste século, as emissões de dióxido de carbono serão de entre 1,3 e 3,3 vezes os níveis atuais, elevando as temperaturas atuais em até 6,4 graus.
domingo, 8 de abril de 2007
sábado, 7 de abril de 2007
Rio São Franciso
O tema água é extremamente vasto, principalmente no Brasil. Escolhi o Rio São Francisco para homenagear e contar a todos a história sobre algo tão importante para nós.
fonte: Site da Fundação Joaquim Nabuco
O rio São Francisco, denominado "rio da unidade nacional" representa a força de todas as correntes étnicas do Brasil, porque uniu as raças desde as camadas humanas mais antigas às estruturas étnicas e políticas mais recentes do país. Aproxima o sertão do litoral e integra homens e culturas.
Foi descoberto em 4 de outubro de 1501, pelos viajantes Américo Vespúcio e André Gonçalves. Os índios que habitavam a região chamavam-no de Opara, que significa rio-mar. Recebeu o nome de São Francisco em homenagem a São Francisco de Assis, nascido na Itália 319 anos antes do seu descobrimento.
Ele nasce na serra da Canastra no município de Piumi, oeste de Minas Gerais e desemboca na Praia do Peba no estado de Alagoas. É conhecido também como Rio dos Currais por ter servido de trilha para transporte e criação de gado na época colonial, ligando a região Nordeste às regiões Centro-Oeste e Sudeste.
É considerado o terceiro maior rio do Brasil, possui 3.163 quilômetros quadrados de extensão e sua bacia possui 640.000 quilômetros quadrados de área, o que eqüivale a sete vezes o país de Portugal.
A fonte de vida e de riqueza de suas águas possibilitam o múltiplo uso do seu potencial hídrico, para abastecimento humano, agricultura irrigada, geração de energia, navegação, piscicultura, lazer e turismo. Ao longo de sua extensão aparecem várias quedas d'água, destacando-se a Cachoeira Grande, com 2.800m. de extensão; a Cachoeira de Pirapora, que faz limite entre o curso alto e médio do rio; a Cachoeira de Sobradinho, com 5km de extensão; Itaparica, a quarta cachoeira do Alto ao Baixo São Francisco que, com seu grande volume de água, dá ao sítio um aspecto pitoresco e a Cachoeira de Paulo Afonso, a cascata mais alta do mundo com os seus 82 metros de fundo e de beleza natural ímpar.
Há alguns anos, vários problemas de natureza social e econômica vêm afetando o percurso natural do rio, como o assoreamento, o desmatamento de suas várzeas, a poluição, a pesca predatória, as queimadas, o garimpo e a irrigação.
Quinhentos anos depois de seu descobrimento, o rio São Francisco é ainda hoje o principal recurso natural que impulsiona o desenvolvimento regional, gerando energia elétrica para abastecer todo o Nordeste e parte do estado de Minas Gerais, através das hidroelétricas de Paulo Afonso, Xingó, Itaparica, Sobradinho e Três Marias.
Diante de sua extraordinária importância para o Brasil, no decorrer desses 500 anos de exploração, o Velho Chico necessita de um melhor tratamento. A sua preservação espacial se faz necessária e urgente, para que ele possa ser útil também às futuras gerações.
fonte: Site da Fundação Joaquim Nabuco
O rio São Francisco, denominado "rio da unidade nacional" representa a força de todas as correntes étnicas do Brasil, porque uniu as raças desde as camadas humanas mais antigas às estruturas étnicas e políticas mais recentes do país. Aproxima o sertão do litoral e integra homens e culturas.
Foi descoberto em 4 de outubro de 1501, pelos viajantes Américo Vespúcio e André Gonçalves. Os índios que habitavam a região chamavam-no de Opara, que significa rio-mar. Recebeu o nome de São Francisco em homenagem a São Francisco de Assis, nascido na Itália 319 anos antes do seu descobrimento.
Ele nasce na serra da Canastra no município de Piumi, oeste de Minas Gerais e desemboca na Praia do Peba no estado de Alagoas. É conhecido também como Rio dos Currais por ter servido de trilha para transporte e criação de gado na época colonial, ligando a região Nordeste às regiões Centro-Oeste e Sudeste.
É considerado o terceiro maior rio do Brasil, possui 3.163 quilômetros quadrados de extensão e sua bacia possui 640.000 quilômetros quadrados de área, o que eqüivale a sete vezes o país de Portugal.
A fonte de vida e de riqueza de suas águas possibilitam o múltiplo uso do seu potencial hídrico, para abastecimento humano, agricultura irrigada, geração de energia, navegação, piscicultura, lazer e turismo. Ao longo de sua extensão aparecem várias quedas d'água, destacando-se a Cachoeira Grande, com 2.800m. de extensão; a Cachoeira de Pirapora, que faz limite entre o curso alto e médio do rio; a Cachoeira de Sobradinho, com 5km de extensão; Itaparica, a quarta cachoeira do Alto ao Baixo São Francisco que, com seu grande volume de água, dá ao sítio um aspecto pitoresco e a Cachoeira de Paulo Afonso, a cascata mais alta do mundo com os seus 82 metros de fundo e de beleza natural ímpar.
Há alguns anos, vários problemas de natureza social e econômica vêm afetando o percurso natural do rio, como o assoreamento, o desmatamento de suas várzeas, a poluição, a pesca predatória, as queimadas, o garimpo e a irrigação.
Quinhentos anos depois de seu descobrimento, o rio São Francisco é ainda hoje o principal recurso natural que impulsiona o desenvolvimento regional, gerando energia elétrica para abastecer todo o Nordeste e parte do estado de Minas Gerais, através das hidroelétricas de Paulo Afonso, Xingó, Itaparica, Sobradinho e Três Marias.
Diante de sua extraordinária importância para o Brasil, no decorrer desses 500 anos de exploração, o Velho Chico necessita de um melhor tratamento. A sua preservação espacial se faz necessária e urgente, para que ele possa ser útil também às futuras gerações.
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Homenagem
A água, por sua beleza e importancia, é inspiração de muitos poetas. Segue um dos poemas em sua homenagem, escrito por Raul Machado.
Poema da água.
A água também nasce pequenina
- nasce gota de orvalho ou de neblina...
A água também tem a sua infância
- quando apenas riacho cantarola
brinca de roda nos redemoinhos
salta os seixos que encontra
e faz apostas de corrida - travessa -
por entre as grotas e peraus
e arranca as flores que a marginam
para engrinaldar a cabeleira solta
sobre o leito revolto das areias...
A água também tem adolescência
- sonha lagos românticos à lua
fitando os astros namorados dela
embevecida em seus olhos de ouro...
e assim sempre amorosa e sonhadora
vai tecendo e bordando - dia e noite
o seu vestido de noiva nas montanhas
e o seu véu de noivado nas cascatas...
A água também tem maturidade
- fica serena e grave em rios fundos
e num destino generoso e amigo
espalha a vida que em si mesma encerra
semeia bençãos para o grão de trigo
abre caminhos líquidos da terra
e enlaça os povos através dos mares...
A água também tem sua velhice
-e de ver-lhe os cabelos muitos brancos
onda lenta de espuma destrinçada em neve, nos ares flutuando...
A água também sofre...e quando sofre
se faz divina e vem brilhar em lágrimas
ou se reflete a dor da natureza
geme no vento transformada em chuva.
A água também morre...e quando seca
- e a sua morte entristece tudo :
choram-lhe, enfim na desolação,
todos os seres vivos que a rodeiam
porque ela é o seio maternal da vida
e de tal maneira ama seus filhos rudes
que muitas vezes para os salvar se deixa
ficar sem o murmúrio de uma queixa
prisioneira de poços e açudes...
Bendita seja, pois, água divina
que fecunda, consola, dessedenta, purifica,
e que, desde pequenina,
feita gota de orvalho,
mata a sede das plantas entreabertas
e prepara o festivo esplendor da primavera...
e que, nascida em píncaros da serra
vem de tão alto, procurando sempre ter
um fim de planície e de humildade
até perder, na última renúncia,
o nome de batismo de seus rios
para ficar anônima nos mares.
Poema da água.
A água também nasce pequenina
- nasce gota de orvalho ou de neblina...
A água também tem a sua infância
- quando apenas riacho cantarola
brinca de roda nos redemoinhos
salta os seixos que encontra
e faz apostas de corrida - travessa -
por entre as grotas e peraus
e arranca as flores que a marginam
para engrinaldar a cabeleira solta
sobre o leito revolto das areias...
A água também tem adolescência
- sonha lagos românticos à lua
fitando os astros namorados dela
embevecida em seus olhos de ouro...
e assim sempre amorosa e sonhadora
vai tecendo e bordando - dia e noite
o seu vestido de noiva nas montanhas
e o seu véu de noivado nas cascatas...
A água também tem maturidade
- fica serena e grave em rios fundos
e num destino generoso e amigo
espalha a vida que em si mesma encerra
semeia bençãos para o grão de trigo
abre caminhos líquidos da terra
e enlaça os povos através dos mares...
A água também tem sua velhice
-e de ver-lhe os cabelos muitos brancos
onda lenta de espuma destrinçada em neve, nos ares flutuando...
A água também sofre...e quando sofre
se faz divina e vem brilhar em lágrimas
ou se reflete a dor da natureza
geme no vento transformada em chuva.
A água também morre...e quando seca
- e a sua morte entristece tudo :
choram-lhe, enfim na desolação,
todos os seres vivos que a rodeiam
porque ela é o seio maternal da vida
e de tal maneira ama seus filhos rudes
que muitas vezes para os salvar se deixa
ficar sem o murmúrio de uma queixa
prisioneira de poços e açudes...
Bendita seja, pois, água divina
que fecunda, consola, dessedenta, purifica,
e que, desde pequenina,
feita gota de orvalho,
mata a sede das plantas entreabertas
e prepara o festivo esplendor da primavera...
e que, nascida em píncaros da serra
vem de tão alto, procurando sempre ter
um fim de planície e de humildade
até perder, na última renúncia,
o nome de batismo de seus rios
para ficar anônima nos mares.
quarta-feira, 4 de abril de 2007
Porque não reutilizar a água?
O engenheiro Paulo Ferraz Nogueira, especialista no tema sobre água, acredita que o uso racional dela pode ser uma saída para combater a escassez do produto. Ele diz que a tecnologia de membranas filtrantes (água reciclada), a utilização do subsolo e o aproveitamento das águas de chuva são boas alternativas para o Brasil.
A quantidade de água doce no planeta é somente 2,5%, sendo que deles, 2% estão nas geleiras e apenas 0,5% está disponível na superfície.
Nogueira não acredita que falte água para consumo humano em nosso País, seja nas cidades, no campo, ou mesmo no nosso semi árido Nordestino. Apenas ela precisa ser tratada como bem econômico que é, essencial à vida, à saúde, à economia, na indústria, na agricultura e por todos os setores da sociedade.
Existem dois sites importantes que tratam sobre o reuso de água: www.usp.br/cirra - Centro Internacional de Referência em Reuso de Água, www.abcmac.org.br - Associação Brasileira de Captação e Manejo de Água de Chuva.
A quantidade de água doce no planeta é somente 2,5%, sendo que deles, 2% estão nas geleiras e apenas 0,5% está disponível na superfície.
Nogueira não acredita que falte água para consumo humano em nosso País, seja nas cidades, no campo, ou mesmo no nosso semi árido Nordestino. Apenas ela precisa ser tratada como bem econômico que é, essencial à vida, à saúde, à economia, na indústria, na agricultura e por todos os setores da sociedade.
Existem dois sites importantes que tratam sobre o reuso de água: www.usp.br/cirra - Centro Internacional de Referência em Reuso de Água, www.abcmac.org.br - Associação Brasileira de Captação e Manejo de Água de Chuva.
terça-feira, 3 de abril de 2007
Hevin Gardner e suas bolas d'água
Em algum lugar do universo há um planeta cuja superfície está 100% coberta por água doce. Este planeta chama-se Rinogore. As coisas iam bem por ali até que seus habitantes receberam uma triste notícia. Hevin Gardner, um peixe cientista que media aproximadamente 12 cm, comunicou em assembléia geral que a água de Rinogore estava evaporando. O comunicado gerou medo e apreensão, uma vez que nada minimamente espetacular jamais havia acontecido no pequeno planeta de água.
Até mesmo habitantes de galáxias vizinhas tiveram idéias criativas e inovadoras. No entanto nada parecia significar uma solução real para o terrível problema da evaporação da água em Rinogore. Foi então que Hevin Gardner, num momento de sorte, lembrou-se de um livro que havia lido 5 anos atrás. Em Breakfast of Champions, Kurt Vonnegut narra a história de uma ilha onde parte da população perde o direito de propriedade de terra e também o direito de pisar em terras alheias. Mostrando-se inteligente e caridoso, o presidente da ilha presenteia cada um desses indivíduos com um enorme balão de gás hélio. Assim, eles continuam habitando a ilha sem pisar em terras das quais não são donos.
Foi baseado nesse conto de ficção científica que o peixe cientista deu início ao seu projeto. Após 7 meses de estudos e experiências, Hevin Gardner apresentou na Câmara o que ele chamou de "projeto anti-evaporação". O projeto foi aprovado e após 12 meses de implantação todos os habitantes de Rinogore já rolavam por todos os lados em bolas de acrílico cheias de água.
Até mesmo habitantes de galáxias vizinhas tiveram idéias criativas e inovadoras. No entanto nada parecia significar uma solução real para o terrível problema da evaporação da água em Rinogore. Foi então que Hevin Gardner, num momento de sorte, lembrou-se de um livro que havia lido 5 anos atrás. Em Breakfast of Champions, Kurt Vonnegut narra a história de uma ilha onde parte da população perde o direito de propriedade de terra e também o direito de pisar em terras alheias. Mostrando-se inteligente e caridoso, o presidente da ilha presenteia cada um desses indivíduos com um enorme balão de gás hélio. Assim, eles continuam habitando a ilha sem pisar em terras das quais não são donos.
Foi baseado nesse conto de ficção científica que o peixe cientista deu início ao seu projeto. Após 7 meses de estudos e experiências, Hevin Gardner apresentou na Câmara o que ele chamou de "projeto anti-evaporação". O projeto foi aprovado e após 12 meses de implantação todos os habitantes de Rinogore já rolavam por todos os lados em bolas de acrílico cheias de água.
segunda-feira, 2 de abril de 2007
O programa fantástico da rede globo, realiza um quadro chamado planeta água todo domingo, evidenciando todos os problemas que estão acontecendo com nosso meio ambiente.
Neste vídeo a seguir, a reportagem mostra a situação na região de Ilha de Deus, localizada em Recife, onde parte dos moradores não tem água encanada, e os que têm recebem água que é misturada junto com o esgoto.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM659742-7823-PLANETA+AGUA,00.html
Este vídeo mostra a situação precária que vivem muito dos brasileiros, sem ter água encanada, o que prejudica muito na saúde das pessoas.
Neste vídeo a seguir, a reportagem mostra a situação na região de Ilha de Deus, localizada em Recife, onde parte dos moradores não tem água encanada, e os que têm recebem água que é misturada junto com o esgoto.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM659742-7823-PLANETA+AGUA,00.html
Este vídeo mostra a situação precária que vivem muito dos brasileiros, sem ter água encanada, o que prejudica muito na saúde das pessoas.
domingo, 1 de abril de 2007
A crise mundial da água e a desigualdade social
Palafitas na margem do Rio Jari, no município de Laranjal do Jari, no Amapá: falta de saneamente é uma constante no País. Foto: Sebastião Moreira/AE
A escassez de água no mundo é agravada em virtude da desigualdade social e da falta de manejo e usos sustentáveis dos recursos naturais. De acordo com os números apresentados pela ONU - Organização das Nações Unidas - fica claro que controlar o uso da água significa deter poder.As diferenças registradas entre os países desenvolvidos e os em desenvolvimento chocam e evidenciam que a crise mundial dos recursos hídricos está diretamente ligada às desigualdades sociais. Em regiões onde a situação de falta d’água já atinge índices críticos de disponibilidade, como nos países do Continente Africano, a média de consumo de água por pessoa é de dezenove metros cúbicos/dia, ou de dez a quinze litros/pessoa. Já em Nova York, há um consumo exagerado de água doce tratada e potável, onde um cidadão chega a gastar dois mil litros/dia.Segundo a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), menos da metade da população mundial tem acesso à água potável. A irrigação corresponde a 73% do consumo de água vai para a indústria e apenas 6% destina-se ao consumo doméstico. Um bilhão e 200 milhões de pessoas (35% da população mundial) não têm acesso a água tratada. Um bilhão e 800 milhões de pessoas (43% da população mundial) não contam com serviços adequados de saneamento básico. Diante desses dados, temos a triste constatação de que dez milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência de doenças intestinais transmitidas pela água.
sábado, 31 de março de 2007
Funciona da seguinte maneira: Leia os quatro primeiros quadrinhos, depois desenhe ou escreva o que irá acontecer nos dois últimos e envie para o email do blog: blog.facul@gmail.com
As melhores ideias poderão ser publicadas.
Nesse site da TV Cultura, existem diversas informações sobre meio ambiente para crianças, então aproveito o momento para colocar o link para alguns jogos desse site:
http://www.tvcultura.com.br/aloescola/infantis/chuachuagua/jogos.htm
Não esqueçam de enviar suas idéias
sexta-feira, 30 de março de 2007
Agir conforme a lei
Constituição Brasileira, Art. 225: "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial a sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público o dever de defendê-lo à coletividade o de preservá-lo para as presentes e futuras gerações".
quinta-feira, 29 de março de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
Água: Líquido incolor, inodoro, insípido, essencial à vida [form.: H2O].*
O ciclo hidrológico básico passa por três fases: precipitação, evaporação e transpiração, ou seja, a água da chuva ou da neve evapora e com o calor forma novas nuvens, fechando o ciclo com novas precipitações.
Uma parte da água que cai com a chuva é absorvida pela vegetação terrestre e, a outra e maior parte, corre para o mar.
No caminho para o mar é que a água perde sua pureza. A água vai ficando carregada de partículas e matérias dissolvidas. Os resíduos contidos no mar vêm de duas formas de lixo: orgânico e industrial.
O lixo orgânico é o despejado pela população. Apesar de ser biodegradável, em grandes quantidades ele pode alterar a taxa de oxigênio de rios e lagos, causando danos tanto para a água como para os animais que nela habitam.
Já o lixo industrial, despejado por industrias, é o mais perigoso. Esse tipo de lixo pode conter meteis pesados e materiais sintéticos, esses lixos são muito tóxicos e de difícil degradação. Devido a esse e outros motivos, é muito importante que todos os centros urbanizados tenham saneamento básico, sistemas de reciclagem (principalmente em indústrias) e controle sobre a quantidade de lixo que está sendo despejada nos mares.
* Definição do Dicionário Aurélio
Uma parte da água que cai com a chuva é absorvida pela vegetação terrestre e, a outra e maior parte, corre para o mar.
No caminho para o mar é que a água perde sua pureza. A água vai ficando carregada de partículas e matérias dissolvidas. Os resíduos contidos no mar vêm de duas formas de lixo: orgânico e industrial.
O lixo orgânico é o despejado pela população. Apesar de ser biodegradável, em grandes quantidades ele pode alterar a taxa de oxigênio de rios e lagos, causando danos tanto para a água como para os animais que nela habitam.
Já o lixo industrial, despejado por industrias, é o mais perigoso. Esse tipo de lixo pode conter meteis pesados e materiais sintéticos, esses lixos são muito tóxicos e de difícil degradação. Devido a esse e outros motivos, é muito importante que todos os centros urbanizados tenham saneamento básico, sistemas de reciclagem (principalmente em indústrias) e controle sobre a quantidade de lixo que está sendo despejada nos mares.
* Definição do Dicionário Aurélio
terça-feira, 27 de março de 2007
Redação
Quando eu crescer eu quero ser ecologista. A maioria das crianças quer ser jogador de futebol ou então bombeiro. Eu quero ser ecologista, porque a missão do ecologista é muito importante. O ecologista é importante porque além de cuidar da natureza ele não deixa faltar água para o bombeiro apagar incêndios. O ecologista também preserva a água que as pessoas bebem e lavam carros. A água é muito importante para a vida no planeta Terra. A missão do ecologista é não deixar que o homem acabe com a água. Meu pai disse que o homem não quer acabar com a água, mas acaba acabando.
Ecologistas são pessoas que se emocionam quando olham flores e cachoeiras. Ecologistas se emocionam quando ouvem passarinhos cantando e gostam também de abraçar árvores. O ecologista trabalha em ongs e participa de eventos da natureza. A missão do ecologista é ensinar as pessoas a ter cuidado com a natureza, mesmo que ele próprio não faça isso sempre. A missão do ecologista é ensinar o homem a não sujar a água, pois não será bom se a água ficar suja. O ecologista deve sempre dizer que as idéias dos outros ecologistas não são tão boas quanto as suas.
O ecologista tem como missão estudar e nunca cometer enganos, mas se isso acontecer, é porque foi de propósito. O ecologista tem como missão preocupar-se com as coisas que ninguém se preocupa, fazer denúncias e ser reconhecido por isso. Meu pai diz que há um ecologista dentro de cada um de nós.
Thiago Jun Ishihara Nakano
Ecologistas são pessoas que se emocionam quando olham flores e cachoeiras. Ecologistas se emocionam quando ouvem passarinhos cantando e gostam também de abraçar árvores. O ecologista trabalha em ongs e participa de eventos da natureza. A missão do ecologista é ensinar as pessoas a ter cuidado com a natureza, mesmo que ele próprio não faça isso sempre. A missão do ecologista é ensinar o homem a não sujar a água, pois não será bom se a água ficar suja. O ecologista deve sempre dizer que as idéias dos outros ecologistas não são tão boas quanto as suas.
O ecologista tem como missão estudar e nunca cometer enganos, mas se isso acontecer, é porque foi de propósito. O ecologista tem como missão preocupar-se com as coisas que ninguém se preocupa, fazer denúncias e ser reconhecido por isso. Meu pai diz que há um ecologista dentro de cada um de nós.
Thiago Jun Ishihara Nakano
segunda-feira, 26 de março de 2007
É hora de mudar
Desde as civilizações antigas até as mais modernas, o homem precisou da água, sempre tentou morar perto dos rios, para facilitar a irrigação, moer grãos, obter água potável e outras coisas mais. Com o passar do tempo, a humanidade se desenvolveu muito, a produção aumentou de maneira muito grande, trazendo uma grande revolução industrial.
Com isso, a água teve um papel fundamental na vida do ser humano, pois a partir dela que surgiram a roda d'água e a usina hidrelétrica. Hoje, mais do que nunca, a vida necessita da água, mas se sua escassez continuar de forma progressiva, o que será de nós?
É claro que existem pessoas que não desperdiçam água, mas o número daqueles que não tem conscientização de sua importância é muito maior do que aqueles que valorizam este líquido. Se o povo continuar tratando a natureza em geral de maneira irresponsável, o futuro nos trará um mundo devastado e sem o mínimo de recurso.
Dificilmente teremos um mundo melhor daqui à alguns anos, mas podemos obter uma situação razoável se ficarmos em paz com a natureza, tratando-a como ela deve ser tratada.
Com isso, a água teve um papel fundamental na vida do ser humano, pois a partir dela que surgiram a roda d'água e a usina hidrelétrica. Hoje, mais do que nunca, a vida necessita da água, mas se sua escassez continuar de forma progressiva, o que será de nós?
É claro que existem pessoas que não desperdiçam água, mas o número daqueles que não tem conscientização de sua importância é muito maior do que aqueles que valorizam este líquido. Se o povo continuar tratando a natureza em geral de maneira irresponsável, o futuro nos trará um mundo devastado e sem o mínimo de recurso.
Dificilmente teremos um mundo melhor daqui à alguns anos, mas podemos obter uma situação razoável se ficarmos em paz com a natureza, tratando-a como ela deve ser tratada.
domingo, 25 de março de 2007
A água e nosso futuro
Nosso planeta tem cerca de dois terços só de água. Pela lógica, parece haver água sobrando para a população, não é? Parece um absurdo falar em crise da água?
Vamos aos fatos: 97% da água do planeta são água do mar, imprópria para ser bebida ou aproveitada em processos industriais; 1,75% é gelo; 1,24% está em rios subterrâneos, escondidos no interior do planeta. Para o consumo de mais de seis bilhões de pessoas está disponível apenas 0,007% do total de água da Terra.
Some-se a isto o despejo de lixo e esgoto sanitário nos rios, ou ainda as indústrias que jogam água quente nos rios - o que é fatal para os peixes. A pouca água que existe fica ainda mais comprometida. Isto exige a construção de estações de tratamento de esgoto e dessalinização, por exemplo. E exige conscientização para que se evite o desperdício e a poluição, principalmente nas grandes cidades.
De acordo com a ONU, o uso da água triplicou de 1950 para cá. Para o futuro, estima-se que nos próximos 20 anos o homem vai usar 40% a mais de água do que usa agora.
Antes que esse dia chegue, imagine só como ficarão as pessoas que, no presente, já carecem de água. É o caso de cerca de 200 milhões de pessoas na África hoje e que, no futuro, podem chegar a 230 milhões sofrendo com a escassez de água.
O que pouca gente se dá conta é de que os problemas relacionados à água estão mais ligados à má administração de recursos do que propriamente da escassez natural. Isto quer dizer que o futuro pode ser um pouquinho melhor, se soubermos utilizar a água e criarmos soluções para situações críticas.
Vamos aos fatos: 97% da água do planeta são água do mar, imprópria para ser bebida ou aproveitada em processos industriais; 1,75% é gelo; 1,24% está em rios subterrâneos, escondidos no interior do planeta. Para o consumo de mais de seis bilhões de pessoas está disponível apenas 0,007% do total de água da Terra.
Some-se a isto o despejo de lixo e esgoto sanitário nos rios, ou ainda as indústrias que jogam água quente nos rios - o que é fatal para os peixes. A pouca água que existe fica ainda mais comprometida. Isto exige a construção de estações de tratamento de esgoto e dessalinização, por exemplo. E exige conscientização para que se evite o desperdício e a poluição, principalmente nas grandes cidades.
De acordo com a ONU, o uso da água triplicou de 1950 para cá. Para o futuro, estima-se que nos próximos 20 anos o homem vai usar 40% a mais de água do que usa agora.
Antes que esse dia chegue, imagine só como ficarão as pessoas que, no presente, já carecem de água. É o caso de cerca de 200 milhões de pessoas na África hoje e que, no futuro, podem chegar a 230 milhões sofrendo com a escassez de água.
O que pouca gente se dá conta é de que os problemas relacionados à água estão mais ligados à má administração de recursos do que propriamente da escassez natural. Isto quer dizer que o futuro pode ser um pouquinho melhor, se soubermos utilizar a água e criarmos soluções para situações críticas.
sábado, 24 de março de 2007
Cuidar mais do que guardar o que é nosso.
A água sempre foi um tema para debate em todas as épocas da existencia humana.
Um fato sempre presente foi o medo envolvendo a água.
No catolicismo, na criação do mundo, houve o dilúvio, que antes de acontecer já assustava a todos.
Na mitologia grega Poseidon era um dos deuses mais temidos, por ser considerado tanto um deus que criava, que trazia vida, fertilizando a terra, quando um deus que destruia e castigava com seu poder e força das águas.
No início das navegações, os homens tinham medo tanto do desconhecido mar que parecia quase que infinito e os marinheiros não sabiam o que lhes esperava, quanto das sereias que nele podiam morar, assim, arrastando-os para o fundo onde morreriam afogados em pura agonia.
Hoje em dia, nossos medos são que a fonte esgotável se acabe, assim, acabando com toda a nossa existência nesse planeta.
Na verdade, o que mais devemos temer, não exatamente que a água acabe um dia, mas sim que tudo que possuímos acabe poluído com nossos restos.
Simples ações podem mudar essa realidade, como, não jogar óleo de cozinha na pia pode preservar mais de 1 milhão de litros de água, já que é isso que um simples litro de óleo polui.
A maioria das campanhas mundiais para o bem estar da Terra acabam estando de certa forma erradas, porque o problema não é o desperdício, mas sim a constante poluição.
Fábricas grandes muitas vezes acabam jogando materiais até toxicos na água, muitas vezes nos rios mais próximos.
Temos que pensar agora não apenas em como gastamos água, mas também em como a sujamos,, ou então, qualquer tipo de esforço terá sido em vão.
Um fato sempre presente foi o medo envolvendo a água.
No catolicismo, na criação do mundo, houve o dilúvio, que antes de acontecer já assustava a todos.
Na mitologia grega Poseidon era um dos deuses mais temidos, por ser considerado tanto um deus que criava, que trazia vida, fertilizando a terra, quando um deus que destruia e castigava com seu poder e força das águas.
No início das navegações, os homens tinham medo tanto do desconhecido mar que parecia quase que infinito e os marinheiros não sabiam o que lhes esperava, quanto das sereias que nele podiam morar, assim, arrastando-os para o fundo onde morreriam afogados em pura agonia.
Hoje em dia, nossos medos são que a fonte esgotável se acabe, assim, acabando com toda a nossa existência nesse planeta.
Na verdade, o que mais devemos temer, não exatamente que a água acabe um dia, mas sim que tudo que possuímos acabe poluído com nossos restos.
Simples ações podem mudar essa realidade, como, não jogar óleo de cozinha na pia pode preservar mais de 1 milhão de litros de água, já que é isso que um simples litro de óleo polui.
A maioria das campanhas mundiais para o bem estar da Terra acabam estando de certa forma erradas, porque o problema não é o desperdício, mas sim a constante poluição.
Fábricas grandes muitas vezes acabam jogando materiais até toxicos na água, muitas vezes nos rios mais próximos.
Temos que pensar agora não apenas em como gastamos água, mas também em como a sujamos,, ou então, qualquer tipo de esforço terá sido em vão.
sexta-feira, 23 de março de 2007
O Corpo Humano
Aproximadamente 65% do corpo humano é composto de água. O percentual de água no organismo humano diminui com a idade: entre 0 e 2 anos de idade é de 75 a 80 %; entre 2 e 5 anos cai para 70 a 75%; entre 5 e 10 anos fica entre 65 a 70%; entre 10 e 15 anos diminui para 63 a 65% e entre 15 e 20 anos atinge 60 a 63%. Os órgãos com mais água são os pulmões e o fígado (86%) contento mais água do que o próprio sangue (81%). O cérebro, os músculos e o coração são constituídos por 75% de água.
Uma parte significativa de água, o corpo absorve através da respiração celular (14%). O resto da água necessária à vida chega através dos alimentos (39%). Entretanto, assim como nos rios, o corpo pode ser poluído também. Por meio de alimentações inadequadas, consumo de álcool, drogas, etc.
O fato significativo aqui não é a poluição, pois como bem sabemos, o ser humano está habituado a poluir toda e qualquer coisa que lhe diz respeito. O fato a ser pensado é: o desperdício está aí para quem quiser ver; se a água limpa vai embora, diversos problemas aparecem no corpo humano, tal qual falta de higiene, doenças renais, etc. O organismo humano não sobrevive sem água.1,7 bilhão de pessoas já não têm acesso à água potável hoje. À medida que ela for indo embora será preciso usar água do mar através do processo de dessalinização, um processo caro, que só vai fazer aumentar as estatísticas assustadoras.
Uma parte significativa de água, o corpo absorve através da respiração celular (14%). O resto da água necessária à vida chega através dos alimentos (39%). Entretanto, assim como nos rios, o corpo pode ser poluído também. Por meio de alimentações inadequadas, consumo de álcool, drogas, etc.
O fato significativo aqui não é a poluição, pois como bem sabemos, o ser humano está habituado a poluir toda e qualquer coisa que lhe diz respeito. O fato a ser pensado é: o desperdício está aí para quem quiser ver; se a água limpa vai embora, diversos problemas aparecem no corpo humano, tal qual falta de higiene, doenças renais, etc. O organismo humano não sobrevive sem água.1,7 bilhão de pessoas já não têm acesso à água potável hoje. À medida que ela for indo embora será preciso usar água do mar através do processo de dessalinização, um processo caro, que só vai fazer aumentar as estatísticas assustadoras.
quinta-feira, 22 de março de 2007
A bagunça foi feita em nosso próprio quintal
Inconscientemente resolvemos apontar este ou aquele país, este ou aquele governo que, querendo lutar pelo desenvolvimento, não se preocupa com a degradação do meio ambiente. E isto é errado porque na verdade, a responsabilidade é de cada ser humano que habita esta Terra, de cada ser humano que utiliza do ambiente para viver. É com esse conceito que cada um deve comemorar hoje o Dia Mundial da Água. Todos tem sua parcela de culpa, pela situação que nos encontramos. Por exemplo as grandes fábricas, consumidoras de volumes de energia, geradoras de gases poluidores ou de produtos que acabam com o ecossistema, são responsáveis em termos, pois se não houvesse o consumo de seus produtos elas não existiriam. O mundo moderno ao lutar pelo desenvolvimento não se preocupou com o impacto a longo prazo de toda essa catástrofe ambiental. A bagunça foi feita em nosso próprio quintal e não existe um só responsável. A culpa é nossa, de cada um. E o pior somos culpados pelas atitudes mais estúpidas, que juntas, trazem problemas como a seca em mananciais, ou apenas 35% da população mundial ter acesso a água tratada, entre tantos outros. Nossa cultura adquiriu um estilo de vida onde esgotamos diariamente os recursos naturais do nosso mundo, simplesmente para seu próprio bem estar. O governo tem sua culpa, mas não adianta apontar só nessa direção e cruzar os braços, pois esse responsável é difícil de se punir. Se mudarmos nosso comportamento, vamos mudar também o modelo de vida da sociedade, o que garantirá a nossa sobrevivência e de nossos descendentes. A água é fonte de vida!!Esperaremos pela nossa própria extinção ou iremos reagir e recuperar-nos, fazendo algo para mudar essa situação?
Inconscientemente resolvemos apontar este ou aquele país, este ou aquele governo que, querendo lutar pelo desenvolvimento, não se preocupa com a degradação do meio ambiente. E isto é errado porque na verdade, a responsabilidade é de cada ser humano que habita esta Terra, de cada ser humano que utiliza do ambiente para viver. É com esse conceito que cada um deve comemorar hoje o Dia Mundial da Água. Todos tem sua parcela de culpa, pela situação que nos encontramos. Por exemplo as grandes fábricas, consumidoras de volumes de energia, geradoras de gases poluidores ou de produtos que acabam com o ecossistema, são responsáveis em termos, pois se não houvesse o consumo de seus produtos elas não existiriam. O mundo moderno ao lutar pelo desenvolvimento não se preocupou com o impacto a longo prazo de toda essa catástrofe ambiental. A bagunça foi feita em nosso próprio quintal e não existe um só responsável. A culpa é nossa, de cada um. E o pior somos culpados pelas atitudes mais estúpidas, que juntas, trazem problemas como a seca em mananciais, ou apenas 35% da população mundial ter acesso a água tratada, entre tantos outros. Nossa cultura adquiriu um estilo de vida onde esgotamos diariamente os recursos naturais do nosso mundo, simplesmente para seu próprio bem estar. O governo tem sua culpa, mas não adianta apontar só nessa direção e cruzar os braços, pois esse responsável é difícil de se punir. Se mudarmos nosso comportamento, vamos mudar também o modelo de vida da sociedade, o que garantirá a nossa sobrevivência e de nossos descendentes. A água é fonte de vida!!Esperaremos pela nossa própria extinção ou iremos reagir e recuperar-nos, fazendo algo para mudar essa situação?
quarta-feira, 21 de março de 2007
Água da mangueira: lava quintal, rega jardim, lava carro, diverte criança.
Água que sobra, água que falta.
Segundo a ONU, mais de um bilhão de pessoas já não têm acesso à água para suprir suas necessidades básicas. O seu consumo dobrou devido ao crescimento populacional e ao desperdício.
A ONU divulgou que em 20 anos faltará água para 60% do mundo. Devido a este e outros dados assustadores, em 2006 o Ministério do Meio Ambiente apresentou o Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), que define metas para o país cumprir até 2020.
Os dois grandes problemas do país em relação ao uso dos recursos hídricos são: a poluição e o excesso de água demandado na agricultura, uma das principais ameaças às reservas de água doce.
Um dos objetivos do PNRH é diminuir a desigualdade da distribuição de água do Brasil, que possuí cerca de 12% da reserva de água potável do mundo. Apesar dessa boa quantidade de água potável, o país sofre com os contrastes em suas regiões, onde há lugares com água abundante e outros, onde este recurso é escasso.
Esse plano exigirá do Governo uma enorme contribuição e esforço, que deverá investir em programas educacionais e em obras de conservação dos mananciais.
Segundo a ONU, mais de um bilhão de pessoas já não têm acesso à água para suprir suas necessidades básicas. O seu consumo dobrou devido ao crescimento populacional e ao desperdício.
A ONU divulgou que em 20 anos faltará água para 60% do mundo. Devido a este e outros dados assustadores, em 2006 o Ministério do Meio Ambiente apresentou o Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), que define metas para o país cumprir até 2020.
Os dois grandes problemas do país em relação ao uso dos recursos hídricos são: a poluição e o excesso de água demandado na agricultura, uma das principais ameaças às reservas de água doce.
Um dos objetivos do PNRH é diminuir a desigualdade da distribuição de água do Brasil, que possuí cerca de 12% da reserva de água potável do mundo. Apesar dessa boa quantidade de água potável, o país sofre com os contrastes em suas regiões, onde há lugares com água abundante e outros, onde este recurso é escasso.
Esse plano exigirá do Governo uma enorme contribuição e esforço, que deverá investir em programas educacionais e em obras de conservação dos mananciais.
terça-feira, 20 de março de 2007
O alerta despercebido de Pick Walters despercebido - pisoteado por um terráqueo despercebido, fatalmente percebido por Pick Walters.
Pick Walters acordou à beira de um córrego poluído na cidade de Campinas. Enquanto sua cabeça latejava, considerou mesmo uma pena que todas as formas de vida presentes naquela bola azul-esverdeada que já havia sido pacífica, húmida e saudável estivessem morrendo. Na verdade o próprio Pick já havia morrido algumas vezes em Fulticort, por problemas relacionados ao meio ambiente. Fulticort era o planeta natal de Pick Walters. Pick Walters não conhecia a água, visto que, quando nasceu, toda água em Fulticorp já havia evaporado devido ao calor intenso existente em planetas próximos ao Sol.
O pequenino alienígena interessou-se pela forma líquida e cristalina da água. Descobriu um pequeno lugar para morar, próximo a uma escola. Lá aprendeu mais do que os assuntos acadêmicos, mas também como os humanos se comportavam. Com o tempo, percebeu que água fresquinha serve pra se tomar quando está limpa. A água morna não serve pra se tomar nem limpa, mas em contra-partida, ela não precisa estar tão limpa assim pra servir para tomar banho. Pick Walters concluía teses e mais teses a cada mês em que habitava o planeta Terra - que na verdade tinha mais água do que terra. Esperava que com essas informações poderia prevenir os habitantes da Terra sobre a importância da água. Pick Walters andava distraído pelas ruas de Campinas. Nesse mesmo momento, um terráqueo também andava distraído pelas ruas de Campinas quando pisoteou Pick Walters.
O pequenino alienígena interessou-se pela forma líquida e cristalina da água. Descobriu um pequeno lugar para morar, próximo a uma escola. Lá aprendeu mais do que os assuntos acadêmicos, mas também como os humanos se comportavam. Com o tempo, percebeu que água fresquinha serve pra se tomar quando está limpa. A água morna não serve pra se tomar nem limpa, mas em contra-partida, ela não precisa estar tão limpa assim pra servir para tomar banho. Pick Walters concluía teses e mais teses a cada mês em que habitava o planeta Terra - que na verdade tinha mais água do que terra. Esperava que com essas informações poderia prevenir os habitantes da Terra sobre a importância da água. Pick Walters andava distraído pelas ruas de Campinas. Nesse mesmo momento, um terráqueo também andava distraído pelas ruas de Campinas quando pisoteou Pick Walters.
segunda-feira, 19 de março de 2007
Água: essencial à vida
Água, uma substância muito simples mas que é de imensa importância para o mundo. Com suas propriedades, a vida foi capaz de se criar e se desenvolver em nosso planeta.
O brasil é um país rico em reservas hídricas, contendo 13,7% de água doce existente no planeta, mas hoje em dia, é necessário um consumo menor de água e também que as pessoas se conscientizem para que não disperdicem água por pouca coisa, pois ela está se acabando. A vida do ser humano não seria possível sem liquído, e segundo a organização ambiental WWF, cerca de 2 milhôes de pessoas morrem todo ano por falta de água. Em nosso país ainda é muito comum o disperdício de água, mas basta cada um fazer sua parte, com pequenas atitudes para que cada vez mais a falta de água desapareça.
O brasil é um país rico em reservas hídricas, contendo 13,7% de água doce existente no planeta, mas hoje em dia, é necessário um consumo menor de água e também que as pessoas se conscientizem para que não disperdicem água por pouca coisa, pois ela está se acabando. A vida do ser humano não seria possível sem liquído, e segundo a organização ambiental WWF, cerca de 2 milhôes de pessoas morrem todo ano por falta de água. Em nosso país ainda é muito comum o disperdício de água, mas basta cada um fazer sua parte, com pequenas atitudes para que cada vez mais a falta de água desapareça.
sábado, 17 de março de 2007
Água que se vai
No mundo inteiro sempre esteve presente o desperdício de água, porém, habitiuados a outros costumes muitos países acabaram não encontrando tanta dificuldade na hora de economizar esse recurso.
O Brasil, principalmente por ser um país tropical, sempre teve o hábito de ter um certo exagero quando o assunto era água. Nossos índios tomavam quantos banhos sentissem vontade, bebiam água a todo momento e inclusive passavam seu tempo se refrescando em lagos e rios.
Isso se tornou parte de nossa cultura, tornando-nos assim, nós brasileiros, em uma comunidade acostumada a ter e utilizar água em abundância.
Quando vieram os portugueses nos colonizar, se impressionaram com nossos costumes de estar sempre se banhando.
Nos países mais frios, principalmente europes, tomar banho era algo feito apenas quando sentiam realmente houver uma necessidade, porque além do clima sempre muito baixo, haviam também as questões de ética, normalmente tomar muitos banhos poderia ser sinal de uma pessoa suja, alguém que pudesse ser menos do que os outros, questões medicinais, porque acreditavam que a sujeira no corpo poderia acabar protegendo-os de doenças e também por questões religiosas, já que poderia remeter ao desejo, ao impuro.
Ao unir essas duas culturas, nós aprendemos a diminuir nossos momentos em contato com a água, mas também acabamos por aprender a poluir nosso ambiente.
Nesse momento, o mundo se encontra em um uma posição muito delicada quando se trata de nossos recursos naturais, todos os países fazem o que podem ou o que conseguem para não desperdiçar tanto, e assim, nosso Brasil é cobrado da mesma forma que todos os outros.
O que nos dificulta é que apesar de termos aderido tanto dessa cultura que não era nossa, ainda temos nossos vestígios de antigamente.
Ao tentarmos modificar esse nosso hábito estaremos modificando toda uma cultura e tentando habituarmos a ser o que não somos.
Sem tirar a importância da economia de algo que nos é tão importante, devemos perceber que vivemos num país tropical e que muito dificilmente deixaremos de tomar nossos banhos diários. Ou não?
O Brasil, principalmente por ser um país tropical, sempre teve o hábito de ter um certo exagero quando o assunto era água. Nossos índios tomavam quantos banhos sentissem vontade, bebiam água a todo momento e inclusive passavam seu tempo se refrescando em lagos e rios.
Isso se tornou parte de nossa cultura, tornando-nos assim, nós brasileiros, em uma comunidade acostumada a ter e utilizar água em abundância.
Quando vieram os portugueses nos colonizar, se impressionaram com nossos costumes de estar sempre se banhando.
Nos países mais frios, principalmente europes, tomar banho era algo feito apenas quando sentiam realmente houver uma necessidade, porque além do clima sempre muito baixo, haviam também as questões de ética, normalmente tomar muitos banhos poderia ser sinal de uma pessoa suja, alguém que pudesse ser menos do que os outros, questões medicinais, porque acreditavam que a sujeira no corpo poderia acabar protegendo-os de doenças e também por questões religiosas, já que poderia remeter ao desejo, ao impuro.
Ao unir essas duas culturas, nós aprendemos a diminuir nossos momentos em contato com a água, mas também acabamos por aprender a poluir nosso ambiente.
Nesse momento, o mundo se encontra em um uma posição muito delicada quando se trata de nossos recursos naturais, todos os países fazem o que podem ou o que conseguem para não desperdiçar tanto, e assim, nosso Brasil é cobrado da mesma forma que todos os outros.
O que nos dificulta é que apesar de termos aderido tanto dessa cultura que não era nossa, ainda temos nossos vestígios de antigamente.
Ao tentarmos modificar esse nosso hábito estaremos modificando toda uma cultura e tentando habituarmos a ser o que não somos.
Sem tirar a importância da economia de algo que nos é tão importante, devemos perceber que vivemos num país tropical e que muito dificilmente deixaremos de tomar nossos banhos diários. Ou não?
Cachoeira, lago, onda, gota
Chuva miúda, fonte, neve, mar
A vida que me é dada
Eu e água
(Caetano Veloso - Eu e Água)
sexta-feira, 16 de março de 2007
"Todo abismo é navegável a barquinhos de papel" (Guimarães Rosa)
Se a água é tão importante na vida humana e na dos seres vivos em geral, não há razões para desperdiçar, cuidar mal e menosprezar até que chegue a ponto de total ou quase aniquilação. Talvez seja a facilidade com que a encontramos e, talvez essa facilidade traga o pensamento de uma fonte inesgotável. O que, bem sabemos, é uma inverdade.
Nos tempos mais primórdios, ainda antes de Cristo, o homem descobriu a importância da água e que poderia vir a usá-la de várias maneiras que contribuíssem para seu bem estar. Com isso foram surgindo maneiras alternativas de consegui-la, sendo retirada de poços, com sarilhos, sifões, bombas de água, até Aristóteles mostrar que a água salgada poderia ser transformada em doce com o método de destilação.
Muito depois disso, já na era depois de Cristo, foram construídos sistemas de abastecimento de água mais simples como o contador de água potável, invenção do italiano Castelli. Com filtros de areia James Peacock mostrou que a água podia ser filtrada. Já não distante dos dias de hoje começaram a serem escavados poços atesianos com a ajuda de máquinas.
E hoje, como podemos ver, a tal da água é encontrada e obtida a qualquer momento o que leva a uma certa banalização.
Esse blog visa falar sobre a preservação do meio ambiente, tendo como tema central a má utilização da água a fim de que haja a mobilização da sociedade junto à ONG’s.
Nos tempos mais primórdios, ainda antes de Cristo, o homem descobriu a importância da água e que poderia vir a usá-la de várias maneiras que contribuíssem para seu bem estar. Com isso foram surgindo maneiras alternativas de consegui-la, sendo retirada de poços, com sarilhos, sifões, bombas de água, até Aristóteles mostrar que a água salgada poderia ser transformada em doce com o método de destilação.
Muito depois disso, já na era depois de Cristo, foram construídos sistemas de abastecimento de água mais simples como o contador de água potável, invenção do italiano Castelli. Com filtros de areia James Peacock mostrou que a água podia ser filtrada. Já não distante dos dias de hoje começaram a serem escavados poços atesianos com a ajuda de máquinas.
E hoje, como podemos ver, a tal da água é encontrada e obtida a qualquer momento o que leva a uma certa banalização.
Esse blog visa falar sobre a preservação do meio ambiente, tendo como tema central a má utilização da água a fim de que haja a mobilização da sociedade junto à ONG’s.
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